COMO CELEBRAR OS DOMINGOS
TEMPO
DO ADVENTO
O advento é um tempo de
espera, de preparação para o nascimento de Jesus, de reflexão para os cristãos.
Atividade:
“O reflorescer da fé”
Objetivo:
Levar a comunidade à consciência da
necessidade de renovar a cada dia a sua fé.
Material utilizado:
1
galho seco/ folhas de papel laminado verde/ folhas de crepon rosa/ frutas
naturais ou artificiais/ arame fino.
Confecção do material
:
Folhas:
Com o papel laminado recorte folhas para a participação de todas as
crianças/ Com as folhas prontas, cole um arame fino de aproximadamente 20cm que
servira para ser fixadas nos galhos.
Da mesma forma proceder com as flores.
1º DOMINGO:
Um galho de árvore, previamente colocado em um vaso é posto no altar. Durante a
procissão de entrada as crianças entram e levam, duas a duas, as folhas
confeccionadas com papel laminado, que será pressa no galho seco.
REPETIR NO SEGUNDO DOMINGO DO
ADVENTO
3º DOMINGO DO ADVENTO:
Aproveitando a cor rosa, as crianças
colocam durante a procissão de entrada, flores de papel crepon (rosa) no galho
já coberto pó flores.
Também é contada para a comunidade a história “
A Bruxinha Leiloca”
A
BRUXINHA LEILOCA
Há muitos anos existia uma
bruxinha muito má, que se chamava Leiloca. Entre um vôo e outro, adorava fazer
malvadeza com as pessoas.
Vivia no seu castelo todo tenebroso, que
fazia questão de conservar bem preto, sujo e cheio
de aranha. No porão ficava o seu laboratório,
onde preparava suas poções mágicas e feitiços.
Num tempo de Natal, observava que mais uma
vez as pessoas estavam contentes, preparando-se para a uma grande festa de
fraternidade. Mas essa alegria contagiante incomodava a Leiloca, e por isso ela
não gostava do Natal.
Para tentar diminuir a alegria da s
crianças, fez murchar todos os pinheirinhos de Natal que seriam enfeitados por
elas. A bruxinha achava de muito mau gosto aquelas coisas bonitas e coloridas:
não se contentou com isso...
Trancada em seu laboratório na penumbra do
porão, tentava achar uma fórmula que provocasse um tremendo temporal
catatrósfico na noite de Natal. Empolgada com suas maldades, tropeçou em sua
própria vassourinha voadora, herança de sua bisavó, a bruxa Candoca, que havia
ganho de sua mãe, a bruxa Maroca, numa noite de Natal, quando tinha apenas 5
anos de idade.
Leiloca tentou esquecer esses sentimentos e
voltara ao preparo do seu feitiço. Não deu certo. E mais nenhuma de suas magias
deram certo. Muito pelo contrário, se queria fazer chover, o sol aparecia
sorridente no céu, se queria fazer murchar as plantas, elas cresciam e as
flores desabrochavam. Ou seja, todas as suas mágicas só funcionavam para o bem,
porque havia um desejo de amor no seu coração, ainda não assumido por ela.
Leiloca tentou fazer suas maldades, mas
resolveu por um fim àquelas tentativas frustradas. Deixou o amor falar mais
alto.
Passou a ser uma bruxa boa e na noite de
Natal daquele ano saiu com sua vassourinha distribuindo presentes e doces para
as crianças, além de muita alegria e amor!
Seu castelo já não era mais o mesmo, havia
limpado e pintado. No dia de Natal ofereceu um almoço para a vizinhança. De
longe ouviam-se os risos de seus convidados, e um arco-íris iluminado surgiu no
céu como que selando a felicidade daqueles novos amigos.
Essa atividade é desenvolvida após a
comunhão com a intenção de provocar reflexão, que deve ser
buscada neste tempo litúrgico, para uma
mudança de vida: “
Devemos deixar que o
amor de Cristo floresça em nossas atitudes”!
4º DOMINGO DO ADVENTO:
Desta vez as crianças levam frutos
para serem colocados na frente do vaso, onde agora está a nossa árvore já com
folhas e flores.
Obs.
:
Pode ser frutos naturais.
Se for assim, que seja em quantidade suficiente para partilhar com a
comunidade.